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SAÚDE
Planos de saúde se reúnem para discutir cenário
Em 2016, cerca de 1,5 bilhão de pessoas deixaram os planos de saúde e passaram a usar o SUS
18/05/2017
Autor Pedro Ramos | ISBN 978-85-8461-071-6
A máfia das próteses – Uma ameaça à saúde | Editora Évora, 192 páginas

No próximo dia 25/05, quinta-feira, a partir das 14h, no Hotel Bourbon, em Curitiba, representantes do Sistema Abramge – Associação Brasileira de Planos de Saúde se reúnem para discutir a situação atual na área de saúde suplementar, além de aspectos econômicos, jurídicos e políticos que envolvem o setor.

 

O encontro contará com a presença do presidente nacional da Abramge, Reinaldo Scheibe; do presidente da regional PR/SC da Abramge, dr. Cadri Massuda, além de diversos especialistas.
Entre os temas que serão discutidos destacam-se o ressarcimento ao SUS, a terceirização nos setor e o impacto das Reformas Trabalhista e da Previdência.

 

Máfia das próteses
Durante o encontro, acontece também o lançamento do livro “A Máfia das próteses – Uma ameaça à saúde”, de autoria do diretor da Abramge, Pedro Ramos. A Abramge há algum tempo denuncia um dos maiores esquemas de desvios de recursos públicos e privados da área da saúde: as fraudes envolvendo Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs). Mesmo após a instauração de duas CPIs, uma no Senado e outra na Câmara dos Deputados, as informações que circulam nesta indústria são de que as máfias continuam a atuar.

 

Casos assim envolvem situações em que médicos prescrevem cirurgias desnecessárias a pacientes de planos de saúde com o objetivo de conseguir vantagens financeiras na comercialização de materiais médicos a serem usados nos procedimentos – na maioria das vezes superfaturados em conluio com a empresa fabricante. Tais experiências, algumas com consequências trágicas, são vividas diariamente por muitos pacientes que procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) ou a Saúde Suplementar.

 

No livro, o autor mostra que o uso desses dispositivos vem acompanhado de alguns vícios inaceitáveis na conduta de empresas e pessoas que atuam no atendimento à saúde, visando induzir a demanda de maneira artificial, irresponsável e, muitas vezes, criminosa. As maiores vítimas dessas quadrilhas são pessoas que recorrem ao atendimento médico hospitalar, público ou privado. “Elas estão em busca de um alívio para a dor, mal-estar ou disfunção causada por uma doença. Estão debilitadas física e emocionalmente e, portanto, são presas fáceis para as quadrilhas que atuam na saúde. Por essa razão, defendemos que os crimes contra a saúde não podem ser tratados como crimes comuns. São crimes qualificados que, por isso, merecem punição muito severa”, aponta Pedro Ramos.

 

Outro aspecto tratado neste livro diz respeito à amplitude dos danos econômicos. “Quando o golpe atinge a assistência à saúde pública, afeta o orçamento do governo e chega a prejudicar milhares de beneficiários do SUS. Quando é praticado contra os planos de saúde, a conta é paga pelo conjunto dos usuários dos planos e vai refletir nos índices de reajuste das mensalidades. Dessa forma, os crimes da máfia e outros de natureza semelhante são crimes contra a economia e contra o Estado.”
 

 

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